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Siné morreu,
viva o humor!
Sine

Siné morreu hoje (5.05.16) em Paris, com 87 anos.
Além de Wolinski, terá sido um dos principais humoristas estrangeiros a retratar Portugal depois do 25 de Abril de 1974. No Charlie Hebdo.
O seu cartoon sobre o desmembramento da bandeira portuguesa tornou-se um ícone.
Fundador do Charlie Hebdo, Siné era conhecido pelo seu radicalismo.
Há um ano, na exposição “25 de abril: O Humor na Imprensa” , o Museu Nacional da Imprensa mostrou cinco dos seus trabalhos

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Reproduzimo-los aqui, numa singela homenagem a um grande jornalista do humor gráfico que trabalhou em diferentes jornais e revistas: L’Express, Le Monde, Libération e L’Humanité.
Com o seu traço inconfundível, editou vários livros.
Maurice Sinet morreu.
O humor de Siné ficará para sempre a atestar a veia de um artista irrequieto, anarquista, que rasgou horizontes. Viva o (seu) humor.

LHM

Hiperligações:


L’Express
http://www.lexpress.fr/culture/le-dessinateur-sine-mort-a-87-ans_1789430.html

Le Monde
http://www.lemonde.fr/culture/article/2016/05/05/le-caricaturiste-sine-est-mort-a-l-age-de-87-ans_4914318_3246.html

Libération
http://www.liberation.fr/france/2016/05/05/sine-dessinateur-historique-de-charlie-hebdo_1450701

L’Humanité
http://www.humanite.fr/mourir-plutot-crever-disait-sine-606421

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Artista iraniana
vence PortoCartoon

XVIIIPC_GrandePremio_Irao_MahboobehPakdel_pGrande Prémio PortoCartoon:
Mahboobeh Pakdel, Irão

A artista Mahboobeh Pakdel, do Irão, foi a vencedora do Grande Prémio do 18º PortoCartoon-World Festival, organizado pelo Museu Nacional da Imprensa e subordinado ao tema “O entendimento global”.  A obra intitula-se “Emigration”.

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Muhittin Koroglu, Turquia

O Segundo Prémio foi atribuído a Muhittin Koroglu, da Turquia.

XVIIIPC_3oPremio_exAequo_Franca_Plantu_pTerceiro Prémio PortoCartoon ex-aequo: Plantu, França

XVIIIPC_3oPremio_exAequo_Romenia_MihaiIgnat_p Terceiro Prémio PortoCartoon ex-aequo:
Mihai Ignat, Roménia

o Terceiro Prémio ex-aequo a Plantu (França), com a obra intitulada “Viva a Utopia!”, e Mihai Ignat (Roménia).O desenho de Plantu, caricaturista da 1ª página de Le Monde, tem todo o texto em português. Koroglu e Ignat já haviam ganho o Grande Grémio em 2003 (tema: Água)  e 2009 (tema:Crises), respetivamente.

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1º Premio Charlie Chaplin:
CauGomez, BrasilXVIIIPC_SaraSampaio_1oPremio_Italia_MarzioMarianiOddonkey_p
1º Prémio Sara Sampaio :
Marzio Mariani Oddonkey, Itália

A edição deste ano contemplou dois prémios especiais de caricatura, em homenagem à figura imortal do cinema, Charlie Chaplin e à modelo internacional Sara Sampaio. Os vencedores foram, respetivamente, Cau Gomez (Brasil),  e Marzio L. Mariani, de (Itália).

XVIIIPC_CharlieChaplin_2oPremio_Italia_MariagraziaQuaranta_p2º Premio Charlie Chaplin:
Maria Grazia Quaranta

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Luiz Carlos Fernandes, BrasilXVIIIPC_SaraSampaio_2oPremio_Romenia_NicoletaIonescu_p2º Prémio Sara Sampaio :
Nicoleta Ionesco, Romenia

XVIIIPC_SaraSampaio_3oPremio_Brasil_LuizCarlosFernandes_p3º Prémio Sara Sampaio:
Luiz Carlos Fernandes, Brasil

A elevada qualidade dos trabalhos levou o júri internacional a atribuir ainda 12Menções Honrosas a artistas de diferentes países: Brasil, Espanha, Irão (2), Israel, Itália, México (2), Portugal, Rússia, Turquia e Ucrânia.

Em apreciação estiveram cerca de 1800 obras, de quase 500 artistas, oriundas de 60 países de todos os continentes.
Irão é o país com maior participação: mais de duas centenas de trabalhos, de 60 cartunistas. Seguem-se-lhe a Roménia, Brasil, Turquia, Portugal, China, Sérvia e Ucrânia.
Com esta 18ª edição, o PortoCartoon volta a reforçar o seu lugar no pódio dos concursos internacionais de desenho de humor e mostra a pertinência da classificação do Porto com o ‘capital do cartoon’, atribuída em 2008.
O Júri internacional do 18º PortoCartoon teve como Presidente Honorário Georges Wolinski – cartunista do Charlie Hebdo assasssinado em 2015, em Paris, e que durante uma década tinha sido presidente do Júri. Integraram o Júri 2016: Bernard Bouton (presidente da FECO), Luís Humberto Marcos (diretor do Museu Nacional da Imprensa), Luís Mendonça (representante da Faculdade de Belas Artes do Porto), Roberto Merino (encenador) e Xaquín Marín (fundador do Museo de Humor de Fene, Espanha).

Os vencedores do 18º PortoCartoon receberão os troféus (desenhados por Siza Vieira) e os prémios durante a cerimónia de abertura da exposição que decorrerá nas instalações do Museu Nacional da Imprensa e noutros locais do Grande Porto, em junho.
A importância do tema central do PortoCartoon 2016, em sintonia com a UNESCO que denominou 2016 como Ano do Entendimento Global, e a elevada qualidade dos trabalhos foram sublinhadas pelos membros do Júri, na conferência de imprensa realizada no Museu Nacional da Imprensa.

Miúdos e Graúdos
Vencem II Maratona Poética
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Mais de duas dezenas de pessoas concorreram à II Maratona Poética do Porto, promovida no passado domingo pelo Museu Nacional da Imprensa (MNI). Ao longo de 3 horas, o Júri avaliou a arte de bem dizer poesia neste concurso que visa revelar novos talentos.

João Carlos Maia Teixeira, de 21 anos, foi o vencedor desta II Maratona Poética, que teve como prémio um fim de semana especial no Grande Hotel das Caldas da Felgueira (Viseu), para duas pessoas, e vinho do Porto.
O segundo lugar foi atribuído a João Pedro Sobrado Pereira, de nove anos, e o terceiro a Domingos Freire Cardoso. Ambos receberam como prémio: cruzeiros da Douro Acima, um jantar no Chez Lapin, Vinho do Porto Sandeman e ofertas da Leitaria da Quinta do Paço.
O Júri decidiu ainda atribuir três Menções Honrosas a Ana Sofia de Sousa Cruz, Fábio Silva e Silvino Taveira Figueiredo, premiados com publicações do MNI.
O Júri constituído pela atriz e professora Ângela Marques, pela diretora do Ballet Teatro Isabel Barros e pelo investigador, ensaísta e cronista Arnaldo Saraiva, congratulou-se com a qualidade geral dos participantes e salientou a riqueza da iniciativa proporcionada pela diversidade de idades.
Esta iniciativa do Museu Nacional da Imprensa repete-se no próximo ano, para celebrar o Dia Mundial da Poesia.
Humor de Wolinski
no Museu de Aveiro
wolinksky_oinconformista Uma exposição do Museu Nacional da Imprensa (MNI) sobre Wolinski, jornalista assassinado no atentado contra o Charlie Hebdo, vai estar em exibição de 19 de março a 1 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu de Aveiro (Santa Joana).

Trata-se de uma mostra única que contempla desenhos originais, livros, revistas (Paris-Match) e jornais (Charlie Hebdo e Hara-Kiri), num total de mais de 200 peças.

Wolinski, o Inconformista” (título da exposição) pretende evidenciar a figura do autor de humor mais publicado em França, cuja carreira jornalística superara os 52 anos.

O homenageado trabalhava, até ao massacre de Paris, no Charlie Hebdo, Paris Match e no Journal du Dimanche, depois de ter colaborado com muitas outras publicações como o Libération, Hara-Kiri e L’ Écho des Savanes.

Georges Wolinski foi, de 2004 a 2014, Presidente do Júri do PortoCartoon World Festival, organizado pelo MNI. Desta estreita relação com o festival, e das suas frequentes vindas ao Porto, resultaram algumas crónicas sobre esta cidade no Charlie Hebdo.

O Museu Nacional da Imprensa apresentou, em 2012, a primeira exposição de Wolinski fora de França, em cuja inauguração o autor esteve presente.

2.ª Maratona Poética e revistas
Assinalam o Dia Mundial da Poesia
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As inscrições devem ser efetuadas no sítio do museu, até ao dia 17 de março.
Os prémios da Maratona Poética do Porto serão um fim de semana especial no Grande Hotel das Caldas da Felgueira (Viseu), um cruzeiro no Douro, produtos da Leitaria da Quinta do Paço, livros e vinho do Porto (Sandeman) entre outros.O Museu Nacional da Im prensa assinala o Dia Mundial da Poesia com a 2.ª edição da Maratona Poética do Porto e com a exposição “A Poesia em Revista”. As iniciativas decorrerão na tarde 20 março.

A  maratona visa revelar novos talentos e promover a arte de bem dizer poesia.  Das 15H e às 19H daquele dia, os concorrentes poderão dizer poemas, escolhidos livremente, perante um Júri constituído para o efeito.

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A Poesia em Revista

A Poesia em Revista é o nome da exposição que o MNI leva a cabo para assinalar o Dia Mundial da Poesia. A mostra irá reunir revistas, exclusivamente de poesia ou com conteúdo poético, de entre as quais se destacam: Árvore, Serpente, Cadernos de Poesia, Bibliófilo, Hidra, Nova, entre outras.
A mostra abre ao público às 16H30 daquele domingo e conta com a curadoria do Diretor do MNI, Luís Humberto Marcos. Para visitar até ao final de maio.Arvore_Fasciculo1_Outono1951_p

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Professor do Ensino Básico Vence
Concurso Textos de Amor 2015

André Boaventura foi o vencedor do Concurso de Textos de Amor Manuel António Pina/2015, organizado pelo Museu Nacional da Imprensa (MNI), com o texto La Llorona.
Na edição de 2014, o vencedor, docente do Ensino Básico, já havia obtido uma menção honrosa.
Os prémios foram anunciados ontem, no MNI, durante uma cerimónia que contou com a presença de Ana Pina, filha do patrono do concurso, que, comovida, saudou a iniciativa e entregou alguns prémios.O Júri – constituído por Fernando Pinto do Amaral, diretor do Plano Nacional de Leitura, Pires Laranjeira, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e Luís Humberto Marcos, diretor do MNI – sublinhou a originalidade do texto vencedor, destacando-lhe o ritmo narrativo, a beleza das ideias e a qualidade construtiva. Acrescenta que se trata de “um texto  que patenteia uma imaginação muito desenvolta quanto aos recursos imagéticos e ao jogo das linguagens”. De acordo com a ata do Juri, é “um magnífico texto literário” e um dos melhores de todos os anos de concurso.O segundo lugar foi atribuído a “Numa manhã estranha”, de Tiago Abreu, e o terceiro a Júlia Guimarães, com o texto “Do delírio erótico à linguagem do Amor”.
Relativamente ao 2.º prémio, o Júri destaca a dimensão poética da prosa, as figuras de estilo e a harmonia narrativa. E quanto ao 3º, releva a ousadia do tema, a tensão e a beleza literária. Trata-se de um texto que aborda o tema da igualdade de género e outras discussões que estão na ordem do dia, em termos quase universais.

Duas das 14 menções honrosas foram atribuídas a um português que vive nos EUA: “O tempo de nós” e “Versos de Calendário” de João S. Martins.
As restantes doze recaíram sobre os seguintes  textos:  “Conversa com um amante sobre o amor impossível” e “Amor” (Anabela Felgueiras), “O que muda” (Armandina Guimarães), “Trovas de Amor” (Ernesto Lopes Nunes), “O teu olhar” (Horácio Lopes), “A menina no teu ombro” (Inês Amador e Pires), “Ao ser minha, perde a magia” (Inês Queirós Geraldes), “Um anjo esquecido” (João Alexandre Henriques), “Macroeconomia” (José Filipe dos Santos), “Semáforos do Amor” (Marta Alves Gomes), “O meu nome” (Rita Ventura) e “A ti que nada sabes” (Tiago Abreu).
As escolhas do júri resultaram da análise de centenas de textos participantes na 16.ª edição deste concurso que o MNI promove desde 2000. A iniciativa pretende estimular a escrita amorosa portuguesa, sendo de realçar a forte participação de jovens de escolas de todo o país.Durante a sessão de entrega de prémios, foi aberto o concurso de 2016 que se mantém até ao dia 20. Este concurso, dirigido aos cidadãos portugueses de todas as idades, tem vindo a vai premiar os melhores textos de amor em poesia ou prosa. Os prémios são viagens (à Madeira e cruzeiros no Douro), fins de semana num hotel da baixa portuense e na Beira, além de livros.O certame tem o apoio de várias entidades, designadamente: Club-Tour, Tomaz do Douro, Douro Acima, o Four Views Hotels, Grande Hotel do Porto, Grande Hotel das Caldas da Felgueira, Jornal de Notícias, Antena 1, Porto Editora, Instituto Universitário da Maia, Instituto Multimédia, Metro do Porto e Plano Nacional de Leitura.O patrono do concurso, Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2012, foi membro do Júri durante as nove primeiras edições.
Exposição do Museu da Imprensa alarga horizontes
Liberdade com Humor
chega a Brasília, Canadá e França
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Cerca de duas dezenas de trabalhos integram a exposição Liberdade com Humor, Sempre! que vai estar patente, a partir do próximo dia 12 de fevereiro, no Museu da Imprensa Nacional de Brasília. A mostra promovida pelo Museu Nacional da Imprensa, é acolhida por um dos maiores museus do Brasil, com o qual o museu português mantém uma estreita relação, na base de um protocolo assinado 3 de dezembro de 2010. Outros aspetos marcam a  parceria entre os dois museus, como o facto de estar em Brasília uma réplica do prelo da época de D. João VI que lhe serviu de modelo e que constitui uma das principais relíquias do acervo do MNI.
Subordinadas ao mesmo título, diferentes exposições estão patentes no Canadá, na Colômbia, em Espanha e França. No seu conjunto, esta exposição internacional e polinucleada é constituída por mais de uma centena de desenhos diferentes. Concretamente, ela pode ser visitada em mais de uma dezena de locais, de Óbidos a Bogotá: Museu Nacional da Imprensa, Casa da Imprensa(Lisboa), Museu de Imprensa – Madeira (PT), Casa da Cultura – Museo do Humor de Fene (ES) e Parque Tecnológico de Óbidos. Ao nível virtual, a exposição está em exibição no Museu da Língua Portuguesa (BR), no Musée de L’imprimerie de Nantes (FR), no jornal Mundiário (ES), no espaço llustration Québec e 1001 Visages (Montreal, Canadá) e na Escuela Nacional de Caricatura (Bogotá, Colombia).

As exposições têm a curadoria do diretor do MNI, Luís Humberto Marcos, e são compostas por obras de dezenas de autores dos cinco continentes. Em larga maioria, os desenhos resultam de uma seleção das várias edições do PortoCartoon World Festival e pertencem a artistas consagrados internacionalmente.
A exposição de Lisboa (Casa da Imprensa) foi inaugurada, no dia 7 de janeiro, pelo Ministro da Cultura João Soares e pelo embaixador de França, Jean-François Blarel. Naquele dia foi  também lançada na internet ( http://www.cartoonvirtualmuseum.org/i_galwolinski_f.htm ) a Galeria Wolinski, em homenagem a este jornalista do Charlie Hebdo que foi presidente do Júri do PortoCartoon de 2004 a 2014.
Recordando o atentado ao Charlie Hebdo (7 de janeiro de 2015), que fez ecoar pelo planeta a expressão “Je suis Charlie”, as mostras do MNI (até 30 de abril) e da Casa da Imprensa (até 15 de março) integram ainda revistas e jornais, portugueses e estrangeiros, que há um ano evidenciaram a onda de choque provocada pelo massacre ao jornal humorístico, que atingiu os principais jornalistas do “Charlie”. No MNI, de entre as publicações destacam-se Paris Match, Libération, Le Monde, New York Times, Wall Street Journal, The Economist, The Daily Telegraph, Welt am Sontag, Der Spiegel, Time, El País, El Mundo, Jornal de Notícias, Público, Diário de Notícias, o jornal de humor Le Canard Enchainé  e o próprio Charlie Hebdo. Na Casa da Imprensa, a exposição integra publicações internacionais como a Veja, Nouvel Observateur, Marianne, Le Figaro, Courrier International, France Dimanche, Corriere della Sera, El País, e Charlie Hebdo, entre outras.
Venham daí os Textos de Amor!
Museu da Imprensa
Lança 17.º Concurso
– Evocação de Manuel António Pina e Bocage
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Arranca a 14 de fevereiro 17.º Concurso de Textos de Amor Manuel António Pina.  A iniciativa, promovida pelo Museu Nacional da Imprensa, vai evocar o 250.º aniversário do poeta Bocage e o patrono do concurso Manuel António Pina. A entrada no museu será gratuita ao longo de todo o dia.O concurso prolonga-se até 20 de Fevereiro, em busca de textos de amor originais. O melhor será premiado com uma viagem à Madeira (e estadia) para duas pessoas.
Durante a “semana dos namorados”, o museu estará aberto à receção de textos originais alusivos ao amor e os visitantes poderão imprimir, nos prelos-relíquia, poemas dos dois autores evocados.
Dirigido aos cidadãos portugueses de qualquer idade, o concurso vai premiar os melhores textos concorrentes, em poesia ou prosa.
Os prémios são viagens (à Madeira e cruzeiro no Douro), fins de semana num hotel da baixa portuense e na Beira, além de livros.
Os textos concorrentes devem ser registados num impresso próprio, disponível nas instalações do Museu e no seu sítio oficial (www.museudaimprensa.pt), onde está patente o regulamento.
O número de participantes neste concurso tem sido crescente e em 2011 foi editado um livro com os 75 textos premiados durante a primeira década do concurso, que esgotou de imediato.
Este concurso tem o apoio de várias entidades, designadamente a Club-Tour, a Tomaz do Douro, a Douro Acima, o Four Views Hotels, o Grande Hotel do Porto, o Grande Hotel das Caldas da Felgueira, o Jornal de Notícias, a Porto Editora, o Instituto Multimédia, o Metro do Porto e o Plano Nacional de Leitura.
Manuel António Pina foi membro do Júri durante as primeiras nove edições do concurso. Desde 2001, data do início do concurso, o Júri tem sido constituído por outros elementos: Pires Laranjeira, Maria Glória Padrão, Ana Sousa Dias e Fernando Pinto do Amaral, além do Diretor do Museu, Luís Humberto Marcos.
PortoCartoon World Festival
Livres, pobres e indignados
Levam humor internacional a Tondela
Dezenas de desenhos do PortoCartoon estão em exposição, desde 29 de janeiro, na Galeria ACERT da Associação Cultural e Recreativa de Tondela. A mostra  “Livres, pobres e indignados” representa uma das edições do festival de humor internacional promovido pelo Museu Nacional da Imprensa.

Nesta exposição podem ser vistos trabalhos de cartunistas de países tão distintos como Bélgica, Brasil, China, Espanha, França, Irão, México, Portugal, Reino Unido, Sérvia, Síria e Ucrânia.

O especial destaque vai para os trabalhos premiados de Alessandro Gatto (Itália), Felipe Galindo (México/ EUA), Omar Turcios (Colômbia) e Valery Doroshenko (Ucrânia). Todos os trabalhos revelam a indignação de todos os cartunistas perante as desigualdades geradas pela crise e a forma como isso afeta as democracias atuais.

A mostra estará patente até 13 de março.

Museu da Imprensa assinala
Libertação de Auschwitz (71 anos)
Com livro de poemas e espetáculo teatral
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O Museu Nacional da Imprensa assinala a Comemoração do Aniversário da Libertação de Auschwitz a 27 de janeiro, iniciativa integrada na exposição de fotografia de David Araújo, “Auschwitz: Marca(s) de uma herança 71 anos depois.  Há 70 anos, em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio nazi, em cujas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas.

O programa que comemora o 71.º da efeméride terá início às 16H00 com o lançamento do livro “Poemas de Shoá” da autora Ana Paula Eabrouk (Edições Esgotadas). Segue-se o espetáculo “Com as nossas mãos”, às 17H, encenado por Maíra Ribeiro e  interpretado pelos alunos da Oficina de Teatro da Escola Secundária Carlos Amarante – OutrArte.

Ana Paula Mabrouk lança no MNI o livro de poemas que resultou da sua participação no seminário “Memória da Shoá: Desafios Educativos” (de 29 de julho a 7 de agosto de 2014), na Escola Internacional para os Estudos do Holocausto, Yad Vashem, Jerusalém, em Israel. Com esta obra, a autora pretende dar a conhecer um pouco da História Judaica europeia dos anos 30 e 40 do século XX  sob a forma de poesia. Com uma carreira no ensino que conta já com vinte e cinco anos, a autora publicou diversos livros como Alfabeto no Feminino (2005), Em Carne Viva, (2010), Crónicas da Arte e da Vida (2011), Paixão em 5 atos (2013) e Águas Paradas (2014). Participou e foi premiada em vários concursos e prémios literários em Portugal e no Brasil, nas categorias de conto, crónica e poesia.

O espetáculo “Com as nossas mãos” estreou-se no Theatro Circo, a 19 de março de 2015, com a encenação de Maíra Ribeiro, jornalista, encenadora e professora de teatro. Inspirado na obra “As mãos de Abraão Zacut” de Luís Sttau Monteiro e com textos de Manuel Alegre, Wislawa Szymborska e Bertolt Brecht, conta com a interpretação dos alunos da OutrArte – Oficina de Teatro da Escola Secundária Carlos Amarante (Braga). O espetáculo foi criado no âmbito de uma oficina de teatro extra curricular, ministrada por Maíra Ribeiro e com a coordenação de Deolinda Mendes, professora de português que também auxiliou na adaptação do texto. Os alunos foram sensibilizados para a temática através de pesquisa, visionamento de filmes, leitura de textos sobre o Holocausto e encontros informais com outros professores, neste caso, de História.

Informação adicional:

Sinopse do livro Poemas da Shoá

Recordar (re+cardio) é voltar a passar pelo coração, como dizia o Rabino Mordehai Maarabi. O livro Poemas da Shoá quer dar a conhecer um pouco da História Judaica europeia dos anos 30 e 40 do século XX  sob a forma de poesia. Este livro volta a dar a palavra às pessoas em detrimento dos factos e dos números frios que se ensinam nos compêndios de História.

Há quem diga que o judaísmo europeu morreu após a 2ª Guerra Mundial. Todavia, a contribuição da cultura judaica na Europa não morreu definitivamente. Deixou raízes. E mais importante do que a herança deixada, é o dever dos povos europeus e a sua responsabilidade civil de não deixar cair no esquecimento aquele que foi, provavelmente, o período mais negro da nossa História.

(Ana Paula Mabrouk)

Sinopse “Com as nossas mãos”

Auschwitz: “ARBEIT MACHT FREI”. O trabalho liberta. Casernas. Arame farpado. Tortura. Cobaias. Experiências. Câmaras de gás. Zyclon B. Crematórios. Volvidos setenta anos sobre o holocausto, a humanidade não pode esquecer. Já são poucos os sobreviventes, outrora crianças de Auschwitz. É preciso contá-lo às novas gerações, porque Auschwitz aconteceu.

(OutrArte – Oficina de Teatro da Escola Secundária Carlos Amarante)

Protocolo em Brasília

O Museu Nacional da Imprensa e o Museu da Imprensa Nacional, de Brasília, estão unidos desde 3 de Dezembro, através de um protocolo assinado na capital brasileira.
Trata-se de um acordo de cooperação oficializado pelo director-geral da Imprensa Nacional, Fernando Tolentino de Souza Vieira e pelo presidente da Direcção da AMI e director do Museu Nacional da Imprensa, Luís Humberto Marcos.
O protocolo visa “a cooperação no desenvolvimento de iniciativas conjuntas para o reforço dos laços culturais entre o Brasil e Portugal, quer através da valorização do papel da imprensa e da sua história em geral, quer através do lastro da imprensa da Lusofonia”.
De acordo com a Cláusula nº 2, ambas as entidades “promoverão exposições temporárias, estudos, conferências e debates sobre temas relacionados com a Imprensa e as Artes Gráficas, de acordo com um plano periodicamente estabelecido e aceite por ambas as partes.Antes desta assinatura já tinha havido uma cooperação que deu lugar à reprodução de um prelo do Séc. XVIII que integra a exposição permanente do MNI e cuja réplica foi apresentada nas comemorações do bicentenário da imprensa brasileira, em Brasília.